Cristal
terça-feira, 12 de novembro de 2024
sábado, 27 de agosto de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
Sometimes it hurts
Há dores que não estão sozinhas, são um conjunto.
Às vezes há algo que dói, mesmo quando tudo está sossegado. São medos, saudades, mágoas, que nada têm de concretas.
Quando tudo se ultrapassa, às vezes essa capacidade fica mais fraca. As coisas incomodam mais.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
A consciência de ser, de se seguir pelo caminho, não um caminho concreto mas o que existe, e que parece ser o melhor, é um alívio, é o que torna a ansiedade e a dor mais fracas.
A construção desse ser e desse caminho, quando superiores a tudo, são uma base, e o que se relacionar com isso, relacionasse, não se apodera, não pode ser mais que isso.
O que às vezes se sente é ingratidão, sentir-se-á no fundo ou superficialmente... depende da sua dimensão; faz parte. E o que faz parte não é fácil. Mas mais dificil ainda, é não ter ser, nem caminho. Isso agride-nos.
No seguimento desse caminho, encontrar diferentes formas de caminhar, é interessante, mas também não é facil, e talvez seja isso que realmente trás a ansiedade e a dor; não sabes ser só racional, não há nenhum caminho para isso.
Então, é a construção de um caminho com diferentes formas de caminhar, vale a pena, quando a ansiedade e a dor diminuem, e descobres cada vez mais a forma de caminhar, por ti só e no conjunto.
Não se consegue sem coisas que não são racionais, sem sentimentos, e esse equilíbrio é difícil, mas conseguí-lo, mesmo que aos poucos é gratificante.
Só sei ser assim.
domingo, 6 de dezembro de 2015
A vida é cada vez mais difícil. Há tanta coisa que queria explicar, entender, e pior que tudo conciliar. Mas é a vida, as ideias sobre a vida, as teorias, e não o dia-a-dia. No dia-a-dia eu penso sobre essas coisas, e às vezes é cansativo.
E o lado emocional? É horrendo. A vida vai despindo aquilo que somos, as confusões que temos, as coisas a que aspiramos, as coisas que queremos alcançar. E a vida mostra-nos coisas que apagariamos, assim como mostra coisas que sabemos que não podemos alcançar, às vezes porque não vivemos para sempre.
Este texto acaba de refletir o que acabo de tentar dizer, é mesmo difícil, pensar tanto, ter noção de tanta coisa e ser feliz, mas nunca concretizada e nunca sem momentos de solidão. Sei que às vezes não fui eu, arrependo-me, e só descobri hoje isso.
Sei que tenho equilíbrio emocional a cada dia que passa, consigo aumenta-lo porque vivo intensamente, mas nunca me senti tão cansada como hoje, dentro da minha cabeça. Porque não é da minha vida que falo, é da vida em si. É o mundo à minha volta, onde sempre soube viver, as pessoas à minha volta com quem sempre soube lidar, que cada vez é mais difícil de definir, e não é que o queira fazer.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Queria aprender contigo. Se eu fosse como tu, não tinha o coração apertado. Ser como tu é muito mais fácil. Se soubesses como 5 segundos fazem a diferença. Se soubesses como é ter-te primeiro que tudo. E sabes? Não derrubo o resto, não me perco nem deslizo, mas mesmo assim tenho-te lá. Mas talvez, mesmo assim devesse ser eu a estar primeiro, talvez as minhas vontades de solidão devessem ser só minhas. Só que não sei ser de outra maneira.
Não gosto nada. Não gosto nada de dar tudo. Não gosto nada de dar o melhor de mim. Porque no teu silêncio está o tudo que eu queria, só que mesmo assim quero dar demais. Não deixo de querer.
São coisas pequenas, que me deixam incompleta, mas a culpa é minha por ter nascido com asas. E por te querer nelas.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Entristeço porque me importo. Porque sei quem és e porque nos amamos. Porque sempre foste alguém exemplar.
Entristeço porque sou tudo para ti, porque ao ser assim eu recebo o ruim dos "nadas" que sentes. Sou sempre eu e para tudo, sou eu. E eu quero estar lá como aquilo que sou, mas entristeço e perco a paciência.
Eu não queria.